22 de agosto de 2009

Parte 3 – A juventude com altos e baixos.

Eu tenho consciência dos meus erros, ter parado com as atividades físicas foi uma delas. Eu sou da primeira geração “catchup-mostarda”, e mesmo sabendo dos riscos, o prazer que um Big Mac me proporcionava era muito maior, e você pensa que era apenas um Big Mac? Claro que não! Sempre havia espaço para o segundo sanduíche, além de consumir o refrigerante, a batata frita e o sorvete.

Eu não fazia contas das calorias, comia tudo o que via e do que gostava. Às vezes comia para ter prazer mesmo, para afogar de vez mágoas e angústias da vida. Só que o prazer tornava-se um desprazer logo em seguida, o arrependimento por ter enfiado o “pé na jaca” era iminente.

Quando entrei na faculdade foi farra total, veio aquela cervejada com a rapaziada, nunca imaginei que cerveja fosse tão calórico, hoje eu sei muito bem disso, mas na época nem esquentava, não estava nem ligando para o meu aspecto físico.

Fui a vários médicos e novamente consegui emagrecer, fiz um tratamento a base de anfetaminas, funcionou e emagreci uns 25 kilos, foi ótima a sensação de vitória, pois estava apenas “gordinho” e não obeso ao extremo. Comecei a praticar um esporte novo, fazer trilhas e caminhadas, estava indo tudo muito bem, mas acabei baixando a guarda, e continuei com as farras gastronômicas.

O problema é que nunca deixei de comer as guloseimas, sempre adorei um doce e um chocolate, pizza então nem se fala. Parei com os “remedinhos” que me enganavam também, isto é, tiravam a fome etc.

O resumo da ópera? Os anos foram se passando e acabei engordando os 25 kilos e mais alguns de quebra.

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